Internacional - 28/02/2011

A alta comissária da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navy Pillay, apelou hoje (28) à comunidade internacional para aumentar a pressão sobre o governo do presidente da Líbia, Muammar Khadafi, sobre o respeito e a preservação dos direitos fundamentais dos cidadãos do país. O pedido de Pillay ocorreu durante a abertura da 16ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na Suíça.
"O Conselho [de Direitos Humanos das Nações Unidas] não deve relaxar sua vigilância sobre a Líbia enquanto a ameaça de violência retaliatória permanece. De fato, o monitoramento dos direitos que estão em risco e da resposta aos clamores das vítimas são as principais responsabilidades do Conselho", disse Pillay. As informações são da agência de notícias da ONU.
Há suspeitas de que durante os 13 dias de protestos na Líbia houve várias ações de violação aos direitos humanos e até crimes contra a humanidade. Existem relatos de bombardeios nas cidades de Trípoli, a capital líbia, e Benghazi, a segunda principal cidade do país. Também há informações de que pessoas foram enterradas vivas. Estimam-se cerca de mil mortos nos confrontos entre manifestantes e forças policiais.
Pillay alertou que os esforços dos manifestantes em defesa da consolidação das mudanças na Líbia não podem ser substituídos por novas ameaças e ações de grupos de interesse poderosos. Segundo a alta comissária, a comunidade internacional tem a responsabilidade de apoiar as reformas democráticas e a preservação dos direitos humanos no Norte da África e no Oriente Médio.
Para a alta comissária, a preservação dos direitos humanos e a consolidação das mudanças nessas regiões dependem, sobretudo, da retomada da credibilidade da população nas instituições do governo. Também é fundamental, segundo Pillay, tomar providências sobre as denúncias de violações dos direitos humanos.
O Brasil é representado na reunião, em Genebra, pela ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário. As reuniões devem prosseguir até o dia 25.
Fonte: Agência Brasil
comentários 0
Por Mariana Paz
As descobertas de Sigmund Freud e de Joseph Breuer, no início do século XX, sobre a vida psíquica humana, através da prática da Psicanálise, causaram na sociedade da época profundo desagrado e mal estar devido ao conteúdo abordado. Ao tratar “doentes nervosos”, investigando as causas das afecções e utilizando-se do método hipnótico, a princípio, Freud e Breuer começavam a perceber que muitos dos conflitos psíquicos existentes vivenciados pelos sujeitos eram reprimidos. Logo, tais emoções que não eram exteriorizadas, ficavam como carga na vida psíquica do sujeito e, assim, eram convertidas e conduzidas por nova via: a somática, a onírica ou a atuação através da fala.
Por Rodrigo Deodato
“Tudo o que fiz foi em nome da liberdade!”. Tal frase, dita pela advogada pernambucana Mércia de Albuquerque Ferreira, retrata com humildade e objetividade a luta de uma das mais importantes personagens na história pernambucana da resistência contra o regime cívico-militar instalado pelo Golpe de 01 de abril de 1964.
Por Marília Araújo de Albuquerque
Em 2012, o serviço secreto mais popular da história, a CIA - Central Intelligence Agency, completa setenta anos, comemorando os méritos de intervir em nome do poder de potência que transcorre o mundo a fim de consolidar seu destino manisfesto. Tal política, agravada pela “profilática” forma de agir dos serviços secretos, a partir da presunção de culpa, cresce a passos largos ao lado do discurso da democracia liberal.
Rua do Sossego, 432, Boa Vista, Recife - CEP 50050-080 - Fone: (81) 3092-5252 Fax: (81) 3223-0081
© 2009 GAJOP - Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares - Todos os direitos reservados.